O que esconderam sobre a caridade...

A verdadeira caridade é expressão da...

Karina Cruz

4/14/20262 min read

A verdadeira caridade é expressão da generosidade.
E a generosidade é a expressão da abundância divina.

A caridade que é feita a partir de um lugar de medo ou obrigação não é genuína.

A caridade só será genuína quando o indivíduo estiver tão abastecido do divino que isso despertará nele uma vontade natural de compartilhar a sua abundância.

À medida que nos tornamos mais conscientes, nos aproximamos do divino e então passamos a olhar para nossos irmãos com os olhos do Criador.

Então, nossa própria consciência nos alerta de que podemos e somos capazes de fazer mais, por nós e por nossos semelhantes.
A partir desse momento, não fazemos a caridade por medo ou por obrigação, e sim pela alegria de transbordar!

Por isso, a caridade se torna muito mais eficiente quando acompanhada da consciência!

Porém, as religiões cumprem um papel importante quando, de certa forma, implantam a caridade como uma obrigação…
Ora, o medo também serve de estímulo e faz o indivíduo mover-se!
O movimento é necessário à evolução!

Então, em nossa jornada humana, em algum momento todos faremos caridade por medo, obrigação ou interesse!

Até que chegará um momento em que, através da nossa experiência humana, vamos compreender sozinhos que é bom ser bom e, a partir daí, vamos dar pela alegria de dar, e não por medo ou obrigação.

E, se é verdade que a essência da consciência está no vazio do desapego, então desapegar-se de tudo e de todos é essencial para tornar-se mais consciente e, por consequência, mais generoso e caridoso!

Olha, eis aí o paradoxo da caridade…

Só poderá praticar a caridade genuína aquele que, em algum momento, desapegou-se de tudo e de todos… e que, provavelmente, quando fez isso, foi rotulado de egoísta!

Agora, o questionamento que fica é:

E a tal mediunidade? Quando é que a mediunidade realmente será eficiente, eficaz?
Quando é que a mediunidade servirá como instrumento da genenosidade?

Ora… apenas e tão somente quando o médium for um médium consciente!

E, diferente do que se ensina por aí … médium consciente não é aquele que fica “acordado”… médium consciente é aquele que é experiente, ou seja, aquele que vive a experiência humana!

É bem verdade que a mediunidade é um dom divino, mas nem todo dom é um poder!

A mediunidade só se torna um poder quando anda de mãos dadas com a consciência, pois a consciência é o próprio poder.

Então, os sacerdotes e sacerdotisas da nova era são aqueles que se tornaram tão abundantes que agora doam pela alegria de doar, e não mais pela obrigação!

O verdadeiro sacerdócio não nasce de um lugar de medo, falta, pobreza ou miséria, mas de um lugar de abundância dos sentidos da vida!

Os sacerdotes e sacerdotisas deveriam ser um testemunho vivo da abundância divina!

Por isso, a vida de sacrifício que era imposta aos sacerdotes não faz sentido nenhum!

Sacrifício é sinônimo de dor! Onde há muita dor, há pouca vida!

Vida é sinônimo de abundância!

O verdadeiro sacerdócio é a expressão da abundância do amor divino!

Então, os sacerdotes e sacerdotisas deveriam ser o exemplo vivo da abundância divina, e não do sacrifício!

Eu me liberto de todas as regras humanas que regem o sacerdócio e me abro para que o meu sacerdócio seja regido pela abundância divina!

Eu me liberto do sacerdócio humano e abro portas para o sacerdócio divino!

Escrito por Karina Cruz em 13/04/26.